Publicado por: Alessandra Franchi

~ 03/09/08

Download

Dwindling Supply of Non-Renewable Energy Resources Supplying adequate clean energy to a rapidly industrializing world is one of the 21st century’s greatest challenges. Worldwide energy consumption is expected to increase 54% from 2001 to 2025.5 The challenge of providing energy is compounded by concurrent efforts to reduce energy-related pollution and greenhouse gas emissions. Between 2003 and 2025, the United States’ population will grow by 58 million people,6 subsequently causing an increase in new building construction. With this growth comes the inevitable growth in consumption of energy, water, food and other non-renewable supplies—unless we change the way we design new communities. The Renewable Energy Community concept is about advocating innovation—looking at a way to reinvent communities to meet untapped customer needs for shelter and transportation with minimal environmental impacts, stable energy costs, and a sense of belonging.

CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear

2008 – Boletim de Energia – Acesso livre


Publicado por: Alessandra Franchi

Download

An interdisciplinary MIT faculty group examined the role of coal in a world where constraints on carbon dioxide emissions are adopted to mitigate global climate change. This follows “The Future of Nuclear Power” which focused on carbon dioxide emissions-free electricity generation from nuclear energy and was published in 2003. This report, the future of coal in a carbon-constrained world, evaluates the technologies and costs associated with the generation of electricity from coal along with those associated with the capture and sequestration of the carbon dioxide produced coal-based power generation. Growing electricity demand in the U.S. and in the world will require increases in all generation options (renewables, coal, and nuclear) in addition to increased efficiency and conservation in its use. Coal will continue to play a significant role in power generation and as such carbon dioxide management from it will become increasingly important. This study, addressed to government, industry and academic leaders, discusses the interrelated technical, economic, environmental and political challenges facing increased coal-based power generation while managing carbon dioxide emissions from this sector.
Generous financial support from the Alfred P. Sloan Foundation, the Pew Charitable Trusts, the Energy Foundation, the Better World Fund, the Norwegian Research Council, and the MIT Office of the Provost is gratefully acknowledged.

CNEN – Comissão Nacioanl de Energia Nuclear

2007 – Boletim de Energia – Acesso livre


Publicado por: Alessandra Franchi

Download

Energy policy is facing major challenges. Industrial countries are increasingly dependent on imports of oil and gas, and global warming is becoming more of a reality. In order to address these challenges, a sustainable energy system must be developed. This document presents an outline of a sustainable energy situation for Europe in the year 2050. The research institutes ECN and NRG hope that this vision will guide energy research and inspire both businesses and governments. The authors describe a consistent development path that leads to a reduction in CO2 emissions in Europe to 60% below 1990 levels, and to a signifi cantly reduced level of oil and gas imports. However, in 2050 the energy system will not be completely sustainable. The authors have formulated additional sustainability conditions for the reliable use of nuclear energy, biomass, and CO2 capture & storage in a sustainable energy system. If these conditions are complied with, the overall picture will meet realistic criteria of sustainability. Despite this, continued energy conservation and further development of renewables should be pursued after 2050. In the vision for 2050 presented here, much weight is given to new technologies, new resources and new energy infrastructure. In addition to such innovation, new ways of decision-making and new patterns of behaviour are essential. With respect to technological developments that result in, for instance, affordable solar cells, the deployment of second-generation biofuels and reliable CO2 capture & storage, realistic judgements have been made as to the timing of their commercialisation. The technology policy required to bring about such technological developments is briefly outlined.

CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear

2007 – Boletim de Energia – Acesso livre


Publicado por: Alessandra Franchi

~ 02/09/08

Download

Com o crescimento populacional e o aumento das atividades econômicas no mundo, a água de qualidade tornou-se recurso natural escasso, requerendo políticas públicas de âmbito nacional ou multilateral para a gestão de usos múltiplos e conservação da qualidade. Apesar da posição relativamente confortável nesse cenário, ao deter cerca de 11,6% da água doce do mundo, o Brasil apresenta problemas de distribuição desigual desse recurso: cerca de 70% encontra-se na Amazônia em contrapartida aos 3% de disponibilidade no Nordeste brasileiro. Já em regiões como no Centro-Sul brasileiro, apesar de boa disponibilidade, a intensidade da atividade econômica – expansão urbana, indústria, serviços e agropecuária – tem levado aos conflitos de uso da água, considerados graves, tendo em vista o diagnóstico de elevado desperdício e falta de tratamento das águas servidas. Desde a década de 90 o Brasil vem implementando políticas públicas que visam o gerenciamento do uso e qualidade dos recursos hídricos. Os avanços recentes nessa direção podem ser avaliados a partir da criação da Agência Nacional de Águas (ANA) e do conjunto de iniciativas por ela coordenado, com a participação de vários órgãos públicos federais, estaduais e municipais. Os objetivos visados são a consolidação de instrumentos de políticas públicas, inovadoras, na gestão ambiental das águas brasileiras. Convergente com tal esforço, a Embrapa Meio Ambiente, em parceria com outras Unidades da Embrapa e outras instituições públicas e privadas, vem executando projetos de pesquisa e desenvolvimento na região do Submédio São Francisco. Como resultado desse esforço, a Embrapa vem oferecer à sociedade brasileira métodos de monitoramento da qualidade de água em bacias hidrográficas.

2006 – Embrapa Meio Ambiente

Publicado por: Alessandra Franchi

~ 28/08/08

Download

A equipe de pesquisa da Embrapa Meio Ambiente vem desenvolvendo, com a parceria de especialistas de outras instituições sejam públicas ou privadas, estudos em biodegradação de pesticidas em solos brasileiros. São estudos de caráter básico, que poderão resultar em tecnologias e conhecimentos de aplicação direta na recuperação de ambientes rurais e urbanos contaminados com agrotóxicos.

Como mais um produto dessa parceria de longo prazo, temos a satisfação de apresentar o livro Metalaxil, com resultados sobre processos de degradação desse fungicida em condições de solos brasileiros. Trata-se de insumo de uso bastante difundido entre os agricultores brasileiros, sendo recomendado para aplicação foliar em frutas (uva, melão, melancia), hortaliças (batata, cebola, pepino e tomate) e flores (rosa), além do tratamento de sementes de cereais (milho e soja). A obra é composta de seis capítulos, de autoria de seis pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente: Célia Maria Maganhotto de Souza Silva, Elisabeth Francisconi Fay, Itamar Soares de Melo, Rosana Faria Vieira, Vera Lúcia Ferracini e Vera Lúcia de Castro; das professoras Andréa Maria Spessoto da Universidade Cruzeiro do Sul e Regina Teresa Rosim Monteiro da Universidade de São Paulo.

No primeiro capítulo é apresentada a caracterização do fungicida metalaxil; no segundo, o efeito desse fungicida na microbiota do solo em condições do semi-árido brasileiro; no terceiro e quarto capítulos, são apresentadas, respectivamente, a quantificação e adsorção e, a mineralização do fungicida metalaxil em solos brasileiros. No quinto capítulo é caracterizada a genética da comunidade bacteriana associada à biodegradação desse fungicida. E, finalmente, no sexto capítulo, são apresentados os aspectos da avaliação dos efeitos da exposição ao metalaxil em organismos não-alvo.

2006 – Embrapa Meio Ambiente

« Older Posts