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Autor: Alessandra Franchi
~ 27/11/09
Good Practices for Qualification of High Density Low Enriched Uranium Research Reactor Fuels
IAEA Nuclear Energy Series, 2009, 74 p.
The conversion of research and test reactors from the use of fuel containing highly enriched uranium (HEU) to fuel that employs low-enriched uranium (LEU) has become an important issue in many Member States. The IAEA has supported several projects and activities assisting in the reduction of the use of HEU. However, no comprehensive publication addressing the rationale of qualification of these fuels had yet been available. Developed in order to meet this need, the present publication provides good practices and points of reference for the type, quality and completeness of the information to be generated in order to ensure acceptable performance of high density LEU fuels to be used in research reactors. Furthermore, it elaborates on the development and qualification of high density fuels of the type used in most research and test reactors and assesses the different approaches to the qualification process.
CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear
2009 – Boletim de Energia – Acesso livre
Autor: Alessandra Franchi
~ 18/11/09
Forging the Climate Consensus: Oversight of the Greenhouse Gas Market
National Commission on Energy Policy, Oct. 7, 2009. 16 p.
Cap-and-trade programs are designed to reach an emissions target at the lowest possible cost. NCEP recommendations for greenhouse gas market oversight seek to maximize the benefits of a cap-and-trade program in terms of promoting innovation and cost savings, while minimizing opportunities for market manipulation and fraud.
CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear
2009 – Boletim de Energia – Acesso livre
Autor: Alessandra Franchi
Technology rules! Can technology-oriented agreements help address climate change?
ECN Policy Studies, 2009, 255 p.
This thesis deals with climate change, technology and reciprocity. Climate change, as an international collective action problem, requires international collaboration in order to reduce greenhouse gas emissions. However, the vulnerability for climate change impacts is highest in countries which hold little responsibility for the problem, while the cost of mitigating climate change is highest in less affected countries. This distributional characteristic of climate change leads to the central barrier of international collaboration: a specific agreement to reduce emissions is not in the interest of those countries that should most urgently act. Successful international agreements need reciprocity, i.e. a perceived equivalence of benefits between parties to an agreement. Agreements on emission reductions do not offer reciprocity to all parties, so there are weak incen-tives among parties to comply. This became clear as the Kyoto Protocol was implemented. Although agreed despite the distributional characteristics of climate change, the effectiveness of Kyoto was weakened because of the distributional problem structure of climate change as the defecting countries faced high costs of mitigation and had economic interests that prevailed over the need to reduce emissions. For reciprocity, the design of an international regime on climate change should therefore not be based on emission reductions. There is general agreement that the emission reductions required to address climate change will need to be achieved through major investments in a portfolio of low-carbon technologies. Technology is broadly defined: know-how, methods, procedures, experience of successes and failures, physical devices and equipment to reduce greenhouse gas emissions. This thesis explored whether reciprocity in international climate agreements can be enhanced through international agreements focused on innovation and technology. In particular, the role and potential impacts of technology-oriented agreements from different perspectives were explored. The main result is that technology-oriented agreements can provide more reciprocity than emission reduction targets, a finding that urgently needs to be recognised in the climate negotiations. In addition, a number of recommendations can be made to enable technology-oriented agreements. First, technology-oriented agreements should reflect the characteristics of the tech-nology they address and be aligned with the (vested) technological interests that prevail in the sector, to ensure a positive payback function of the agreements to important parties. Second, a smart combination of market-based and technology-oriented agreements would work best both for climate change in general and for technology transfer to developing countries, if collective ac-tion problems for international market-based instruments can be overcome. Third, if indeed market-based and technology-oriented instruments are combined, their co-existence under one regime is recommended over a fully fragmented regime. This is necessary to prevent problems related to lack of transparency and sketchy accountability that would compromise environmental effectiveness of the climate regime. And last, if technology-oriented agreements are applied as a replacement or as a geographically or functionally complement, they should be designed for technology implementation, to ensure both environmental and technological effectiveness.
CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear
2009 – Boletim de Energia – Acesso livre
Autor: Alessandra Franchi
~ 16/11/09
Mais um artigo sobre Química Analítica básica acaba de ser publicado!!!
Química Analítica Básica: Aplicações dos fundamentos da análise qualitativa
Acesse o site e confira!
Autor: Alessandra Franchi
O gerente da Anvisa explica que, uma vez que os alimentos orgânicos não recebem qualquer dose de produtos agrotóxicos, eles podem ser considerados mais seguros. Contudo, isso não quer dizer que os produtos convencionais sejam inseguros. “À luz do conhecimento científico atual, a gente pode afirmar que a população pode consumi-los sem riscos.”, diz Meirelles.
Em 2001, a Anvisa implantou o PARA – Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos (link alternativo para obter cópia do estudo) O resultado dos exames das cerca de 4 mil amostras colhidas em supermercados de 12 estados brasileiros, entre 2001 e 2004, mostra que pouco mais da metade delas apresentou resíduos. A maior parte (71,5%), no entanto, estava dentro dos limites aceitáveis. Quanto aos outros 28,5%, ou os resíduos estavam acima desse limite ou o uso da substância encontrada não era autorizado para a cultura em que foi encontrado.
Sobre o efeito dos resíduos na saúde humana, Meirelles explica ser difícil avaliar os efeitos dos resíduos de defensivos encontrados nos alimentos sobre a saúde humana. Segundo explica o gerente da Anivisa, até hoje não foram monitoradas exposições por um longo período de tempo e como o ser humano está exposto a múltiplos fatores. inclusive genéticos, não é possível dizer, por exemplo, que a causa de um tumor foi uma determinada substância encontrada no alimento. As pesquisas disponíveis até aqui se referem apenas à exposição ocupacional, completa.
O risco de contaminação de trabalhadores rurais que aplicam agrotóxicos é uma das apreensões do professor Paulo Stringheta, da Universidade Federal de Viçosa. “As pessoas normalmente se preocupam com quem come e nós nos esquecemos de nos preocupar com quem produz”, adverte Stringheta.
Equipamento de proteção individual (EPIs) foram desenvolvidos para evitar que aplicadores sejam contaminados pelos produtos. Mas, segundo o técnico da Anvisa, não basta usar o EPI. “Isso tem que vir acompanhado de outras práticas de manejo, no momento da aplicação”, alerta Meirelles. Entre os cuidados que precisam ser observados estão o horário, a lavagem diária das vestimentas e a manutenção dos equipamentos de aplicação.
Vivian Chies
Assessoria de Comunicação do CRQ
QuímicaViva – CRQ IV (Conselho Regional de Química – SP)
Autor: Alessandra Franchi
De acordo com a principal certificadora de orgânicos do Brasil, o Instituto Biodinâmico (IBD), o sucesso desses produtos vem da área de alimentos. “Nos últimos tempos, o consumidor vem descobrindo que os alimentos orgânicos fazem bem à sua saúde e são bons para o meio ambiente”, diz a página do instituto na internet.
No entanto, para a nutricionista Silvia Cozzolino, professora da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Conselho Regional de Nutricionistas III Região (SP/MS), do ponto de vista nutricional não há muitas diferenças entre alimentos cultivados de modo orgânico e convencional. “Tanto que dizer ‘coma só orgânicos que você estará bem alimentado’, para mim, não é verdade. Você estará bem alimentado comendo um ou outro”, diz a professora.
A idéia de que alimentos orgânicos são mais saudáveis sustenta-se principalmente na possibilidade de que os produtos da agricultura tradicional podem estar contaminados (ou conter resíduos) pelos defensivos agrícolas, os chamados agrotóxicos. Para o professor emérito da Universidade Federal de Lavras, Alfredo Scheid Lopes, “seguindo-se as instruções de uso e, acima de tudo, o tempo de carência entre a aplicação e a colheita, a possibilidade da presença de resíduos em alimentos é muito mais exceção do que regra”.
O gerente geral de toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Luiz Cláudio Meirelles, explica que todo produto fitossanitário (destinado ao controle de pragas agrícolas) registrado tem um limite máximo de resíduos (LMR) aceitáveis para cada cultura em que pode ser aplicado. Assim, o LMR de um mesmo defensivo pode ser diferente para a maçã e a laranja, por exemplo. Além disso, a soma dos limites de todas as culturas em que o produto tem autorização da Anvisa para ser aplicado não pode ultrapassar a um outro índice, chamado Ingesta Diária Aceitável (IDA).
Ainda de acordo com o técnico da Anvisa, os limites são estabelecidos com base em estudos de longo prazo sobre câncer, alterações hormonais e embrionárias, entre outros possíveis males. “Esse é um procedimento adotado internacionalmente, em que você trabalha com metodologias de investigação de resíduos de alimentos e com valores de IDA, de modo que, se você ingerisse aquilo durante sua vida inteira, não haveria problemas à sua saúde”, explica Meirelles. Ele ressalva, no entanto, que os LMRs “são valores teóricos porque, muitas vezes, à medida que a ciência avança, descobre-se que é preciso baixar aquele limite ou mesmo colocá-lo a níveis praticamente zero”.
Vivian Chies
Assessoria de Comunicação do CRQ
QuímicaViva – CRQ IV (Conselho Regional de Química – SP)