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Publicado por: Alessandra Franchi
~ 22/10/09
Em 1998, pouco mais de cem anos após a morte do cientista, o prêmio Nobel foi dado a três pesquisadores que trabalharam nos mecanismos de ação de moléculas mensageiras como o NO. Eles explicaram como um produto químico explosivo pode também aliviar a dor causada por uma doença cardiovascular, como a angina. Os três pesquisadores dos EUA que receberam o prêmio Nobel foram: Robert Furchgott, Louis Ignarro e Ferid Murad. É importante registrar que um dos pioneiros da pesquisa com NO, Salvador Moncada, também foi indicado para receber o Nobel. Mas, como o prêmio só pode ser dado a três pesquisadores, no máximo, ele foi excluído. Conhecendo o mecanismo de atuação da nitroglicerina, os cientistas passaram a pensar em novas drogas menos perigosas para o tratamento da angina.
Uma outra surpresa relacionada ao NO foi a descoberta de John Craithwaite, de Liverpool (Inglaterra). Estudando o cérebro humano, ele observou que uma molécula-mensageira, um neurotransmissor, tinha exatamente as mesmas características do NO produzido pelas células epiteliais. Sob estímulo, as células nervosas do cérebro liberam, então, o NO, momentaneamente. Acredita-se que ele seja responsável pela memória e pelo conhecimento armazenado no cérebro humano. O esclarecimento do seu papel no cérebro foi considerado uma das mais sensacionais descobertas da Medicina. Não é sem razão que o NO foi considerado a “molécula do ano”, em 1992.
O acontecimento mais instigante mesmo, relativo ao NO, foi a descoberta do Viagra, que é o nome comercial do sildenafil citrato. A droga, que vem sendo usada no tratamento da impotência sexual masculina, consegue dilatar os vasos sanguíneos, o que provoca a ereção.
Em março de 1998, a FDA (Food and Drug Administration) aprovou o uso do Viagra para tratamento da impotência nos EUA, onde existem mais de 30 milhões de homens com algum tipo de disfunção erétil. Após a descoberta das excitantes funções do óxido nítrico, inúmeros artigos surgiram na literatura científica internacional. São muitos os sites que tratam dessa fantástica molécula.
Antonio Carlos Massabni
Instituto de Química – Araraquara – UNESP
Quimica Viva – CRQ IV (Conselho Regional de Química – SP)
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